Eu, tão pequenina…


nascendo ainda na poesia

Moldada pela intensidade vivida

dos agudos sentimentos.

Provando gota a gota,

Debruço-me em papéis…. momentos…



Entre Urros e sussuros,

Feridas abertas eu curo.

Me escondo, me perco,

Me encontro…

Dou de ombros à tristeza

E recrio, da poesia, a beleza…



Com certeza, serei sempre aprendiz

E posso até tropeçar,

mas jamais irei cair!

Novamente, intensamente amarei…

Viver pela metade é bobagem.

Insosso ato! Covarde…



Quero lapidar meu diamante

E no âmago desse instante…..acordar em você!

E escrever,

junto aos sons dos nossos corpos em melodia,
O AMOR… Minha maior POESIA!